Nova ferramenta publicada : Ruas atingidas por enchentes

by Cássio R Eskelsen 24. fevereiro 2010 21:35

Dando continuidade à série de ferramentas que estou criando para acompanhamento de crises climáticas, publiquei recentemente o site Cotas Enchentes Blumenau. Esse site mostra quais as ruas são atingidas a cada nível de excesso no principal rio que cruza a cidade. O site permite simular vários níveis diferentes.

Um detalhe importante: esse site foi desenvolvido utilizando Java no back-end! Apesar de já ter contato com o Java de uma forma ou de outra desde 1998, foi o primeiro sistema sério que desenvolvi utilizando ele.

A relação de ruas com suas respectivas posições /cotas está hospedada no Google Fusion Tables. Esse é um serviço recente do Google que me deixou muito surpreso em termos de flexibilidade e performance.

O site está hospedado na estrutura de Cloud Computing da Google, o Google App Engine. Confesso que no começo apanhei um pouco para entender sua filosofia, mas passada a dificuldade inicial, estou extremamente satisfeito com o serviço.

O serviço está pronto para mostrar o nível do rio no momento, baseando no sistema SIBI/Furb, mas deixo isso desativado nos momentos em que não estamos passando por um enchente (espero nunca precisar ativar!).

Espero que o serviço seja útil.

Gestão/Acompanhamento de crises é um assunto de meu interesse. Se você tem alguma idéia de aplicativo nessa área, por favor, sinta-se a vontade para sugerir!

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Geo | Gestão de Crises | Google Maps

Alertas Climáticos SC

by Cássio R Eskelsen 29. setembro 2009 03:11

Com objetivo de ajudar quem quer informações sobre o nível dos rios e outros dados climáticos sobre a região do Alto Vale do Itajaí, estou criando alguns twitters automatizados, que de hora em hora trazem a situação dos rios atualizada:

http://twitter.com/alertasblumenau
http://twitter.com/alertasbrusque (em fase de implantação)
http://twitter.com/alertasindaial (em fase de implantação)

Os dados vem do do SIBI (Sistema de Informações da Bacia do Itajaí ),mantido pela FURB.

(Ps aos colegas de profissão: o serviço roda em asp.net)

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Geo | Gestão de Crises

Determinando a orientação dos pontos de um polígono

by Cássio R Eskelsen 8. janeiro 2009 14:38

Em um sistema georeferenciado quando trabalhamos com polígonos precisamos saber qual é a orientação dos pontos do polígono: horário ou anti-horário.

Polígono no sentido horário 
Polígono com pontos no sentido horário

image  
Polígono com pontos no sentido anti-horário

Falando mais especificamente, quando persistimos um polígono em uma base de dados (como o SQL Server 2008) precisamos garantir que o ordenamento é o correto. No caso do Sql Server, os segmentos externos de um polígono precisam estar orientados no sentido anti-horário.

Para determinar a orientação de um polígono, disponibilizo a seguir uma pequena função.

Como retirei essa função de dentro de meus projetos, simplifiquei um pouco os objetos espaciais para facilitar a compreensão aqui

Basicamente considero um polígono um conjunto de coordenadas que por sua vez são formadas por um par longitude/latitude.
Alguns preferem tratar os polígonos como um conjunto de segmentos de reta, mas para as minhas necessidades isso não é preciso.

Não deve-se esquecer que um polígono deve ser fechado, ou seja, o último ponto deve ser igual ao primeiro.

Com poucas adaptações essa função pode trabalhar também com dados geométricos ao invés de dados geográficos.

Adicionei também um pequeno método que permite inverter a ordem dos pontos. Nada mais do que um wrapper para um método do próprio .Net

No final, criei um pequeno exemplo de como utilizar o método, mostrando a ordem original de cada polígono, invertendo suas ordens e mostrando a nova ordem.

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.Net | Geo

MS lança o Photosynth... para comemorar, juntei ele com o Google Maps!

by Cássio R Eskelsen 22. agosto 2008 01:14

A Microsoft lançou uma das suas maiores promessas tecnológicas, o Photosynth. Claro, é mais um daqueles casos de tecnologia criada por uma startup obscura e posteriormente comprada por um big player, mas ninguém irá lembrar disso quando vir o que ele produz.

A idéia do Photosynth é analisar centenas (milhares?) de fotos de alguma coisa ou lugar e linká-las entre si, através das texturas e elementos da foto. Mais ou menos como o Photoshop faz ao montar um panorama com várias fotos.  No entanto, no Photosynth a imagem é dinâmica, você pode clicar nela para mostrar em volta ou aproximar algum detalhe (obviamente se houver foto de um detalhe).

O grosso do processamento do Photosynth é feito nos servidores da Microsoft. Ou, usando o termo da moda, computação na "nuvem". Para visualizar um "synth", você precisa descarregar um player no site. Com esse mesmo player você pode criar seus próprios synths e hospedar na Microsoft ( ela disponibiliza 20 Giga de espaço). Apenas reze para que o servidor não esteja sobrecarregado como aconteceu hoje!

Talvez o fato de exigir um player específico e que roda apenas no Windows seja o maior senão dele, mas com o tempo isso se resolve (ou as pessoas se acostumam).

Se você quiser ver como ele funciona antes de instalá-lo, rode o vídeo abaixo:

 

 

Bom, agora vamos para o lado geek!

Chris Pendleton, "evangelista" do Virtual Earth, fez um post sobre o lançamento do Photosynth e como integrar um synth com o Virtual Earth. 
Não sou um grande fã do Virtual Earth. Prefiro o Google Maps, pois os mapas dele são mais completos aqui no Brasil e em outros lugares. No entanto, a tecnologia do Virtual Earth me parece superior, então vamos torcer para que a coleção de mapas dele aumente rapidamente!

Resolvi fazer algo semelhante ao que Chris mostrou, mas usando o Google Maps!

 

image

 

Não é necessário nada especial, apenas uma página HTML e javascript.

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